O disco Quilombo Oriental é o segundo disco solo de Gustavito, e refete a forte ligação do artista com o bloco "Pena de Pavão de Krishna" (P.P.K.), que desempenha um importante papel no movimento de transformação do carnaval de rua de Belo Horizonte. O disco traz uma sonoridade bem brasileira e solar, com canções conectadas a uma atmosfera de cores vivas e ritmos alegres, que pulsam nos arranjos executados com desenvoltura pelos talentosos músicos da banda "A Bicicleta", que acompanha o compositor Gustavito há quatro anos. A banda é formada pelos jovens músicos da capital mineira Yuri Vellasco (bateria), Pablo Passini (guitarra), Felipe José (contrabaixo) e Christano de Souza (percussão). As 11 faixas de Quilombo Oriental remetem ao processo de transformação pessoal pelo qual vem passando o compositor Gustavito, em sintonia com o tempo e a cidade, marcada pelo carnaval de rua e pela afro-brasilidade, mesclada a uma intenção de busca espiritual. O álbum "Quilombo Oriental" expressa a resistência da cultura popular associada à espiritualidade expandida: a for de lótus do tambor.


https://soundcloud.com/gustavitoamaral/sets/quilombo-oriental-gustavito-e

O disco “Só o Amor Constrói” (2012) é fruto de um acúmulo de trabalho e energia por parte do compositor Gustavito Amaral, que durante anos maturou a ideia de registrar em álbum suas canções autorais, buscando uma forma autêntica para saciar sua sede de expressão artística. O processo de gravação foi iniciado no estúdio coletivo “Casa Azul”, em dezembro de 2011. Gustavo se trancou no estúdio durante duas semanas e gravou o que seria a estrutura da maior parte das músicas do disco, com contra-baixo acústico e elétrico, guitarra, cuatro venezuelano, marimbas, harmônio indiano, vozes e alguma experimentação, além do violão, é claro, elemento fundamental de todas as composições e arranjos do disco. Nos meses posteriores foram sendo incrementados os arranjos até chegarem em sua forma final: a faixa “O Rio Corta o Papel”,  gravada no estúdio Música Mundi. A parte percussiva do disco ficou a cargo de Yuri Vellásco e Christiano de Souza, em arranjos construídos espontaneamente em parceria com o próprio compositor. Outras importantes participações abrilhantaram os arranjos do disco, destacando-se os nomes de Luiz Gabriel Lopes, Rafael Martini, Alexandre Andres, Rodrigo Lana e Irene Bertachini.


Gustavito, LG Lopes e Juninho Ibituruna formam o trio de groove-bossa´n´roll Tiãodua. O álbum Experiênça foi lançado em 2012 e foi o resultado da primeira turnê internacional do trio na Europa, no ano anterior. Num roteiro de um mês foram compostas as canções esqueleto do disco, que retrata a experiência de “ser tião”. “Ser Tião” é ao mesmo tempo estilo de vida e necessidade, ocupação e malandragem, instinto groove e poesia das ruas. É a vida do viajante, desde aquele artista callejero até também daquele que toca em um cruzeiro, marítimo! Diplomados no bacharelismo, mascando um mint sun drops, andando na quebrada, junto com o rui macacada, dando mais uma cambalhota... 


Participações

London Bridge Graveola

Esta canção maravilhosa, que nunca se esgotará na lembrança de versos que repito a mim mesmo todos os dias: “se concentra no impulso que te faz cantar” e “conhece-te a ti mesmo”, pois “esse violão é seu endereço”, parceria de verão com os queridos Chicó do Céu e LG Lopes, em versão Graveola eletromagnética!

Aflorou e Então Brilha Coletânea Vinyl Land

O bloco Pena de Pavão de Krishna transformou minha vida. Sou muito grato pela oportunidade de conduzir o canto de mantras e melodias tão abençoadas nesse ritual carnavalesco onde se rompem todas as barreiras da espiritualidade. Aflorou é o hino primeiro do PPK. Recebida por um Rafael de alcunha capilar, alcança vôos cada vez mais altos nas asas do pa√ão azul. 

Então, Brilha é a canção do bloco que incendeia o carnaval em Belo Horizonte com o lema: gente é pra brilhar!

Irene Preta, Irene Boa Irene Bertachini

Dia Bom é uma parceria com Irene, minha querida amiga cantautora e companheira de anos na estrada. Traz lembranças das infâncias onde havia dias tão bons. Caverna no Sapato traz imagens surrealistas da gigante natureza repercutida nos cômodos e objetos banais de uma casa azul. Ambas as canções tem lindo arranjo de Felipe José

A beira do dia Urucum na Cara

Foram quatro anos de música junto ao grupo Urucum na Cara. Nesse tempo realizamos uma pesquisa maravilhosa sobre o Reinado de Nossa Senhora do Rosário e a música contemporânea. O disco à beira do dia é fruto deste trabalho e conta com composições de todo o grupo explorando diversas facetas desse rico universo.

Flores maçãs Paulo César Anjinho

O disco “Flores Maçãs” foi o primeiro ålbum gravado na Casa Azul. Paulo Cesar Anjinho é compositor maravilhoso e parceiro de longa data. Essa canção é uma parceria e trata sobre a vontade de voar e cantar pelas estradas da vida.

Ao Vivo Diapasão

Balãozinho é uma viagem por rítmos brasileiros. Minha primeira composição que nasceu para voar.

Talvez um filho é uma epopéia sobre a dúvida existencial. Dramática e profunda. A versão letrada ainda não ganhou arranjo.

Contos de Lá nos cantos de Cá Abra Palavra

Uma parceria tripla com os companheiros Leo Assunção e Thiago Braz conta a visão de uma criança sobre um circo itinerante que passa em sua vila. Versão presente no disco dos grandes amigos Chicó e Aline, contadores de história e colecionadores de memórias

Vozes Invisíveis Graveola e o Lixo Polifônico

Quando cheguei ao Festival de inverno de Diamantina em 2012 encontrei o Graveola em processo de criação de um novo álbum e levei até os comparsas LG Lopes e Zé Lu Braga uma levada num suingue pop brazuca que se transformou numa visão sobre a vida em matilha da cachorrada vadia do interior de minas. 

Opus I Diapasão

Os álbuns retratam as duas fases pelos quais passou o grupo, do qual fiz parte desde o início, em seus oito anos de existência. Na primeira fase um trio de rock progressivo de composições épicas e psicodélicas. No registro ao vivo, o quinteto/sexteto DIapasão pinta belos quadros repletos de brasilidade e coloridos em muitas tonalidades.

Agualuz Alexandre Andrés

Projeto maravilhoso do meu querido compositor Alexandre Andres, onde tive o prazer de gravar as fantásticas linhas de contrabaixo e cair na estrada pela primeira vez com a música.

Coletânia Cantautores Cantautores

História mal contada sobre um personagem misterioso buscando não se morrer em meio a um dia-a-dia escorregadio e melindroso. Gravação da primeira coletânea cantautores BH, festival no qual tive a honra de fazer meu primeiro concerto de compositor em 2011.

Blocomum Estrela

Em 2013 começamos a realizar o sonho de transformar um dos muitos casarões abandonados do início do século no centro de Belo Horizonte em um centro cultural libertário. A ocupação foi batizada Espaço Comum Luiz Estrela. O Blocomum representa as multi-facetas de quem quer uma cidade livre e comum.

Juriti Coletânea Vinyl Land

Juriti, a divina ave sensualizada seguiu voando e conquistando corações. Em 2013 saiu na coletânea em formato vinyl, projeto do querido Luiz Valente.