Bio

Nascido em Belo Horizonte, Gustavo Amaral começa a envolver-se com música aos 13 anos, tocando baixo em uma banda de punk rock de garagem. Rapidamente envolvido pela flexibilidade musical inicia estudos de violão clássico e passa a sua segunda fase musical dentro do rock progressivo, com o trio Diapasão, gravando o primeiro álbum de sua história: Opus I. Em paralelo se envolve fortemente com a obra de cantautores nacionais como Chico, Milton, Alceu e, como não dizer, Raul. Este que foi um dia “zito”, ou “ito” como o gusta que iria nascer. Ainda com o contrabaixo vieram Agualuz, Urucum Na Cara e Diapasão sexteto, com cada qual geraria um álbum. Quando veio a década de dez o carnaval incendiou a vida, como a de tantos destas cidades. Num sábado de verão, carnaval com o Então, Brilha, o artista se retrata em um espelho de águas turvas e realiza uma metamorfose. Nasce aí Gustavito.

Crescido na Casa Azul, Gustavito, de faces multicoloridas e repertório autoral, é violeiro e cantador. A gravação do videoclipe Nina, em parceria com Laboratório Filmes e a associação “Quem Não tem Cão Cata Com Ácido” selaram o inicio dessa história de botar pra fora. Já vieram dois álbuns e algumas viagens mundão a fora. Espalhando as canções. Penas de Pavão chegaram para coroar a vontade de falar sobre o invisível. Romper barreiras. Uma geração que ocupa as ruas e faz história. Procria a liberdade em Espaços Comuns, e nos grãos de amor pra plantar no chão. O impulso para compor e gravar veio da vontade de gritar para o mundo num raio arco-íris que estava ali e tinha algo a dizer.

Com a banda A Bicicleta veio uma nova fase. O amadurecimento musical gerou uma sonoridade consistente de identidade forte. As cores de avivavam mais ainda…. Gustavo Amaral, o Gustavito, é um importante nome da cena musical independente de Belo Horizonte, onde atua como multi-instrumentista, arranjador e compositor há alguns anos. Sua formação é bastante diversa, tendo se graduado em cantar pelos bares da vida e extrair poesia de dentro dos sapatos para avivar a criatividade do cidadão comum e germinar pequenas e grandes explosões para que se conheçam e multipliquem-se os afetos e os Quilombos Orientais.